28.4.17

A Culpa é das Estrelas

Contém spoilers

"Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter."

(Hazel Grace)


Livro: A Culpa é das Estrelas

Título Original: The Fault in Our Stars
Autor: John Green
Editora: Intrínseca 
Nota: 5/5

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O livro é narrado por Hazel Grace, uma garota de 16 anos que desde os 13 sofre de câncer na tireoide. Hazel não têm amigos, mas em seu tempo livre ama ler seu romance preferido Uma Aflição Imperial escrito por Peter Van Hounten. Segundo ela, ele é a única pessoa que entende como é está morrendo e que não morreu de verdade. Ela descarta a ideia de que possa, um dia, livrar-se da doença e se apaixonar está fora de questão.
Devido a doença, Hazel é obrigada a andar para cima e para baixo com um cilindro de oxigênio. Por ela não sair muito de casa e ficar relendo o mesmo livro várias vezes, sua mãe chega a conclusão de que Hazel está deprimida e a manda para um grupo de apoio liderado por Patrick - que sofreu com cancro nos testículos.

"É na liberdade que muitas pessoas encontram o pecado."

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No grupo de apoio - ou "coração literal de Jesus" - Hazel conhece Augustus Waters, um jovem com uma perna falsa pois a perdeu para o osteosarcoma (um tipo de câncer nos ossos que se propaga para outros membros) - sim, Augustus é um sobrevivente -, Gus também é o melhor amigo de Isaac, o garoto com quem Hazel se comunicava por olhares. 

"- Talvez você queira falar de seus medos para o grupo.
- Meus medos?
- É.
- Eu tenho medo de ser esquecido."

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Depois de se conhecerem, Hazel vai até a casa de Gus para assistirem um filme e lá eles conversam sobre o livro predileto de Hazel, e Gus têm a "missão" de lê-lo.
Ele e Hazel são muito diferentes. Enquanto Gus quer deixar sua marca no mundo, Hazel aprendeu com Peter Van Hounten em seu livro(Uma Aflição Imperial) que o esquecimento é inevitável para todos e se convence de que é uma granada e quanto menos pessoas ela machucar quando explodir, melhor.

"Eu quero que saiba que sua tentativa de ficar longe de mim não funcionou. Seus esforços para se proteger de mim serão inúteis."
...
"Você não entende... Gus, eu sou uma granada! Um dia eu vou explodir. Eu sinto que é minha responsabilidade minimizar o estrago."


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Depois de ler Uma Aflição Imperial os dois jovens(Hazel e Gus) decidem ir até Amsterdã para conhecer o escritor da obra que os fizeram se aproximar. Gus gasta seu desejo e eles partem para Amsterdã na Holanda, com o objetivo de realizar um sonho. Infelizmente, a viagem não sai totalmente como o esperado. Peter Van Hounten não é como Hazel e Gus pensavam. Mas não foi tudo por água a baixo, os jovens conheceram a casa de Anne Frank e antes de irem conhecer o escritor, desfrutaram de um ótimo jantar. 
Mas uma simples notícia, pode acabar com o romance dos dois. Lá, Augustus conta para Hazel que seu câncer voltou e dessa vez atingiu seu corpo inteiro. Será que ainda há esperança? 

"Alguns infinitos são maiores que outros."

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Voltando para casa, Gus volta ao tratamento mas se diverte ajudando seu amigo Isaac a se vingar de sua ex namorada Mônica. Augustus organiza um pré-funeral e pede para que Isaac e Hazel escrevessem um texto em sua homenagem.

 "...Queria mais números do que provavelmente vou ter, e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso."


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 Depois de alguns dias tratando seu câncer, infelizmente, não havia mais nada a ser feito...

"O Augustus Waters morreu oito dias depois do seu pré-enterro, no Memorial, na UTI, quando o câncer, que era feito dele, finalmente parou seu coração, que também era feito dele. Ele estava com a mãe, o pai e as irmãs. A mãe do Gus me ligou às três e meia da madrugada. Eu já sabia, obviamente, que ele estava para partir. Tinha falado com o pai dele antes de dormir, e ele me disse: 'É possível que não passe de hoje', mas, ainda assim, quando peguei o celular da mesa de cabeceira e vi Mãe do Gus na identificação da chamada, tudo dentro de mim desmoronou. Ela só chorava do outro lado da linha, e me disse que sentia muito, eu disse que sentia muito também, e ela me contou que ele havia ficado inconsciente por algumas horas antes de morrer." 

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Minha opinião: John Green no decorrer da história nos faz rir, sorrir, chorar e sentir tudo quanto é sentimento. Depois que li, me senti atropelada. O livro é simplesmente incrível! A maneira como o autor tratou a doença, o diagnóstico, a esperança e a falta de esperança é indescritível. 
Ele conseguiu descrever a dor de quem passa por tudo isso em apenas 283 páginas. A história de Hazel e Augustus é alegre, triste, comovente e cheia de amor. Eu super indico, de verdade. Essa história será lembrada - pelo menos por mim -, okay leitores?

Laryssa.





26.4.17

Sorteio - Chances Extras

Olá meus queridos, hoje dia 26 de abril, todas as chances extras do sorteio estão valendo o dobro! Mas é só por hoje hein. Confira o link do sorteio abaixo e participe.

Queria agradecer a todos que nos acompanham desde o início, a cada dia que passa fico mais feliz e cada curtida, cada comentário, cada visualização nos incentiva a continuar. Muito obrigada a todos vocês.


25.4.17

A Jóia




Título: A Jóia | A cidade Solitária
Autora: Amy Ewing
Editora: Fantasy
Título original: The Jewel | The Solitary City
Páginas: 352
Tradução: Débora Isidora
Nota: 5/5


"Hoje é meu último dia como Violet Lasting"

Eu realmente me apaixonei pelo livro, não apenas pela maravilhosa capa e sinopse informativa, mas também ela forma de escrita, narração e o enredo abrangente.
O livro é capaz de demonstrar de forma mascarada a nossa sociedade em que os mais ricos tem direito de comprar o que desejar desde a vida até a morte, enquanto os pobres devem trabalhar até a morte.

"Um: ver o objeto como ele é;  Dois: ver o objeto em sua mente; Três: submetê-lo à sua vontade. "

A Cidade Solitária - onde se passa a história- pode ser considerado um reino divido por 5 círculos - distritos, castas- que determinam seu trabalho e renda, também determina seu futuro.

Primeiro círculo: A Jóia, o circulo central, onde os nobres ricos e a realeza vivem adornados por sua riqueza.
Segundo círculo: O Banco, os ricos vivem e trabalham em grandes empresas para aumentar seu lucro.
Terceiro círculo: A fumaça, ocupado pelas fábricas que enchem os pulmões dos trabalhadores os levando a morte.
Quarto círculo: A fazenda, os pobres trabalhadores cultivam produtos para abastecer as cidades.
Quinto círculo: O Pântano, o circulo externo, os pobres e sujos vivem.

"Ela é uma estranha ela sou eu"

As mulheres da realeza são adornadas por riquezas, no entanto a felicidade não é completa, estas mulheres são incapazes de gerarem filhos saudáveis e bonitos como desejam, então para terem herdeiros começa-se a caça a mulheres com uma mutação sanguínea, com presságios,  estas mulheres tem poderes de crescimento,mudanças e outros desconhecidos por eles, as mulheres são encontradas nos Pântanos.

Violet Lasting é uma das mulheres com esta mutação, então em sua adolescência foi levada para um internato e se aperfeiçoou durante anos, até o dia do leilão onde foi colocada em uma posição de alto custo por suas notas impecáveis. Sua compradora foi a Duquesa do Lago, a qual gastou inúmeros diamantes por sua substituta.

Jóias indicam riqueza, sinônimo de Violet sofre com incontáveis humilhações e violência doméstica, mesmo assim é um tanto mimada por sua Duquesa que está à beira da loucura com seu filho Ganert - filho de uma substituta - e sua sobrinha Amélia que não consegue se casar. Violet cria uma aliança de sobrevivência com alguns dos funcionários da casa, menos com o doutor que faz tentativas falhas de inseminação e altera sua mutação, fazendo assim Violet ter maior curiosidade sobre suas antecessoras - substitutas - e acaba descobrindo que após dar a luz acabaria em óbito. 
A história não se passa apenas nestes lugares, entretanto também se passa no palácio da Eleitora e do Executor, estes também têm uma substituta para gerar seu próximo herdeiro, no entanto coisas impedem este fato.

Violet conhece as outras substitutas descobrindo que todas são iludidas e agredidas por suas donas, o que choca Violet é sua melhor amiga lobotomizada e é claro a determinação da dama de companhia da Eleitora por ajudar-te.

Ao decorrer da história Violet narra seu envolvimento com o Acompanhante de Amélia, Ash- homem/mulher contratado para satisfazer os desejos se seu comprador -, tendo com ele mais do que uma relação de amizade, mas também relações sexuais com ele.

"- Não se preocupe - Garnet diz, seu tom habitualmente confiante é substituído por uma urgência determinada. – Vamos tirar você daí."
   


Por Ísis


20.4.17

Fatos sobre mim – Abril


Oiii meus queridos, tudo bom com vocês? No mês de abril o Projeto pedia para fazermos um fato sobre mim para cada aniversário e esse mês é meu aniversário (do ig também) então eu vou fazer 15 fatos, pois completo 15 anos dia 26. Espero que gostem:

1º fato: Odeio praia
Sim, eu sou uma carioca que odeia praia por vários motivos, um deles é que eu não gosto muito de calor.

2º fato: Eu tenho tassalofobia
Tassalofobia é um transtorno mental relacionado ao medo do mar e de grandes porções de água. Por exemplo, se eu ficar muito tempo no mar eu posso ter um ataque de pânico. Não consigo nem me imaginar atravessando um rio naqueles barquinhos e não consigo de jeito nenhum ficar em uma piscina sozinha.

3º fato: Minha princesa favorita é a Jasmine
Eu amo a Índia e como ela é indiana me atraiu desde pequena.

4º fato: Sou feminista
Não que eu queira ser, em pleno século XXI isso não deveria nem existir, mas eu não vou ficar nesse mundo sem noção e não lutar para ter as mesmas oportunidades.

5º fato: Estou na 1ª série do Ensino Médio
Não recomendo, é um porre essa pressão.

6º fato: Gale meu marido, Kishan meu amante e Peter meu namorado
(Jogos vorazes - A maldição do tigre - Para todos os garotos que já amei)

7º fato: Sempre como pipoca com a mão esquerda mesmo sendo destra

8º fato: Tenho vontade de cursar medicina, mas ainda to na dúvida.

9º fato: Tenho muitos amiguinhos virtuais e me orgulho disso

10º fato: Eu amo a Inglaterra
Nasci no país errado: amo frio, chá, gatos... Eu sou britânica na alma.

11º fato: Eu gosto de exatas
Repare que eu disse que gosto e não que sou boa.

12º fato: Eu falo duas línguas
Além do português sou fluente em inglês (tem textinho em inglês no blog) e falo um pouco de espanhol e libras.

13º fato: Sou muito Geek
Desde pequena meu desenho favorito sempre foi X-Men e eu sempre amei super-heróis. Hoje mais ainda.

14º fato: Tenho um irmão 14 anos mais novo que eu e todo mundo acha que é meu filho.

15º fato: Minha estação do ano preferida é o Outono, e eu já passei por ele 15 vezes J


Milly



19.4.17

A Importância do Senso Comum nas Relações

Os acadêmicos e as pessoas que se acham inteligentes adoram demonizar a expressão senso comum; principalmente quando a opinião alheia difere das suas. Inclusive o senso comum é também chamado de conhecimento vulgar, banal, comum, popular. Ou seja, a elite intelectual não o usa.
O fato é: o senso comum não muda o mundo, mas salva o dia.
Caso você não tenha reparado ainda, o senso comum move as nossas relações. Se você conversa, no mínimo, com 3 seres humanos por dia, perceberá o quão importante é o senso comum em nossas vidas. O quanto ele nos livra de ciladas, irritações e discussões desnecessárias. Afinal, não só de conhecimento científico vive o homem.

Importância 1

No ônibus: Quando aquela senhorinha te diz “Nossa, que calor né, minha filha?” Sua vontade é dizer: “Moramos num país tropical, estamos no verão, agraciados pelo aquecimento global, amontoados com mais ou menos meia centena depessoas dentro de uma lata de sardinha, quem não estiver sentindo calor está doente ou já morreu.”
Ao invés disso, você sorri carinhosamente pra ela, responde “Nem me diga!” e cede seu lugar pra ela. Além de você ter sido um boa cidadã, não precisou entrar em uma discussão geográfica com a senhorinha que ainda te mandou um “Deus te abençõe, minha filha” quando você desceu do buzão.

Importância 2

Com a family: Quando sua família está reunida e a discussão gira em torno de assuntos polêmicos como sexo, droga e religião. Se você tem ideias contrárias da maioria e faz questão de expô-las... você corre sérios riscos. Principalmente se você falar frases como: “Já beijei várias pessoas do mesmo sexo e não me considero gay.”; “Já usei maconha e não me viciei, inclusive sou a favor da legalização” ou “Nietzche disse que Deus está morto. Para mim, Deus nunca existiu.”
Calma, jovem! Afinal de contas, você não quer ser o motivo de uma guerra familiar. É para isso que existe o senso comum. Utilize-o!
Você pode substituir as frases acima por algo do tipo: “Não tenho nada contra relações homoafetivas. Afinal toda forma de amor é válida.” “O álcool também é uma droga; vicia, mata e também abre portas para outras drogas. Acho que é preciso rever essas leis com muita cautela.” “Devemos respeitar as pessoas independente de cor, raça e religião!”
Todos irão concordar com você. Mesmo você sabendo que se estivesse dito as frases anteriores seria considerado o pior membro da família.

Importância 3

Com a família de seu namorado:

Se com a sua família tem que haver cautela, com a de seu amado esse cuidado tem de ser redobrado.
O equilíbrio de uma relação está diretamente ligado ao caos que você evita. Quanto mais você se esquivar de discussões desagradáveis com sua sogra, sua cunhada chata ou aquela tiazona do seu amor, mais paz interior terá e ganhará muitos adimiradores na sua nova família.
Dependendo da cultura ou religião que esta família estiver inserida, os membros implicarão até com aquela tatuagem minúscula que você tem.
Além de poder utilizar os discursos do senso comum citados no item 2, aqui, você terá de colocar em prática os trejeitos que o senso comum lhe impôs: comer o que lhe foi servido (mesmo que pouco), falar moderadamente e baixo, não beber muita bebida alcoólica, sorrir das piadas sem graça (sempre tem um piadista na família do seu amor) e, a última dica de todas:
“Nunca verbalize que não quer ter filhos!”
Vão encher seu saco. Substitua a frase acima por: “Se tiver de ser, será!”


Têtê



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